

Mas é lá que se sente a vibração da arte, talvez por ter sido fundada por artistas, com a finalidade de desenvolver e difundir as artes cênicas e plásticas, está muito distante das universidades caça-níqueis particulares que povoam nosso país, com a única finalidade de obter lucros (o site é http://dulcina.art.br/fadm/site/).
A Dulcina é realmente um templo da arte e da cultura, de onde saem os principais atores que militam no cena cultural braziliense. Falta o GDF fazer alguma coisa por ela, ajudando a fazer crescer a semente plantada pela saudosa atriz Dulcina de Moraes, que abandonou o Rio de Janeiro, depois de uma carreira consagrada para semear no solo de Brasília seu amor pelo teatro e pelas artes em geral.
Quem sabe Agnelo Queiroz, uma esperança de renovação para Brasília nas próximas eleições para governador, ajude a fazer crescer esse sonho, desapropriando parte do decadente conjunto conhecido como CONIC (inclusive o antigo Cine Atlântida, um dos melhores cinemas de Brasília, perdido para Igreja Universal), para que a faculdade possa se expandir sem precisar pagar aluguel, com verbas também para reforma do prédio que ocupa atualmente.
Brasília merece.